31 de mai de 2011

O carisma dos Missionários Xaverianos – Seu fundador “ Guido Conforti e Papa João XXIII”

O carisma dos Xaverianos está expresso no nome: Missionários.


Os missionários Xaverianos são uma congregação religiosa vinculados por votos para o trabalho missionário em todo o mundo, na missão de levar a mensagem de Cristo ao mundo todo, principalmente aos mais pobres dos pobres e excluídos, aonde ninguém quer ir, lá estão os Missionários Xaverianos.

Fundada em Parma (Itália), pelo Padre Guido Conforti, sacerdote diocesano, que mais tarde tornou-se arcebispo de Parma.
Os missionários da congregação missionária fundado por Conforti é chamada de Os Missionários Xaverianos, porque tinham de seguir a São Francisco Xavier nos santos passos e espírito, levando a missão chamada pastoral e vocacional, levando o Evangelho de Cristo a quem ainda não sabe disso.

Seu lema: Cristo é tudo.


Seu fundador, Guido Conforti, será canonizado no próximo dia 23 de outubro de 2011, pelo Papa Bento XVI, razão pela qual oportuno o texto trazido pelo Pe Domingos Borroti, sobre a vida, pensamento do santo fundador da congregação, cujo primeiro milagre ocorreu aqui no Brasil, no Estado de Minas Gerais.
O Texto do Pe. Domingues faz um paralelo entre os pensamentos do Papa João XXIII, que convocou o Concilio Vaticano II e a influência do pensamento de Confort no Vaticano II, no tocante a “Nova Evangelização” e a “Missão Ad Gentes”, idealizada por Guido Conforti, que morreu 30 anos antes do inicio do Concilio Vaticano II, e que já tinha concretizado com sua vida os sonhos do Vaticano II no tocante a Igreja Missionária e o Cristo Eucaristico.

Confira no o texto, abaixo transcrito, de autoria do Pe. Domingos Borrotti, extraído do Blog da Associação de leigos e leigas Xaverianos:

"GUIDO CONFORTI E O PAPA JOÃO XXIII

UM NOVO SANTO: GRANDE DOM DE DEUS PARA TODOS NÓS.

Pe. Domingos Borrotti, Provincial dos Xaverianos, Brasil Sul

No dia 23 de Outubro de 2011, o Santo Padre, o Papa Bento XVI canonizará o Bem-Aventurado Dom Guido Maria Conforti. Ex-Arcebispo de Ravenna - Itália e depois bispo de Parma – Itália. Este santo bispo traz uma mensagem clara e valiosa para toda a Igreja. Celebrando os 25 anos da sua morte, afirmava o Cardeal Ângelo Roncalli (futuro Papa João XXIII), numa palestra em Parma no ano de 1957, que Dom Guido era o exemplo mais claro de bispo Católico, porque unia na sua pessoa o empenho de manter viva a fé em sua diocese e, ao mesmo tempo, a solicitude para todas as Igrejas. Parece mesmo que a influência de Dom Guido foi grande em João XXIII.

De fato, podemos nos perguntar: onde João XXIII buscou a visão de padre e de bispo que ele transmitiu com tanta clareza no Vaticano II.

Onde João XXIII amadureceu o seu olhar para longe, ao mundo todo e que tanto influenciou os padres Conciliares e contribuiu para fazer amadurecer neles, durante o Concilio, uma nova figura de Bispo, de padre, de leigo, e também uma nova visão da própria Igreja?

Uma resposta, também se não exaustiva, a indica para nós o próprio Papa Dom Ângelo quando em 1957, ele mesmo lembra um fato acontecido 30 anos antes. Ouçamos o que ele mesmo diz quando, no teatro principal da Cidade de Parma, afirma: «no dia 26 de Abril de 1922 eu subia as escadas do palácio episcopal de Parma para encontrar o Servo de Deus Guido Maria Conforti (Ângelo Roncalli naquele ano era padre bem novo e tinha sido nomeado diretor nacional das pontifícias obras missionárias), leio no meu diário ligadas a estes dias estas palavras: “Visita preciosa a Dom Guido Conforti”. Eu procurava Dom Guido como expressão episcopal, a mais destacada na Itália daquele feliz movimento feito nascer da Encíclica Maximum Illud do Papa Bento XV. Procurava-o como representante daquela plenitude de Ministério sagrado que associa o Bispo ao Missionário, Bispo de Parma, mas também missionário para mundo inteiro[1][1]».
A partir de 1922, o Dom Guido Conforti e o Dom Ângelo Roncalli se freqüentam regularmente entre eles por motivos de compromissos comuns e também com o Padre Paulo Manna do PIME (Pontifício Instituto para as Missões Estrangeiras). De fato, Dom Guido era o primeiro Presidente da União Missionária do clero italiano, fundada havia pouco tempo pelo Padre Paulo. Quando Dom Guido deixou este encargo dez anos depois mais de metade do clero Italiano tinha aderido a esta iniciativa.

A correspondência epistolar entre Dom Guido Conforti e Dom Ângelo Roncalli, e da qual temos guardadas varias cartas, testemunha-nos que o relacionamento entre os dois era marcado por uma forte admiração e devoção filial de Dom Ângelo para com Dom Guido, espacialmente pelo fato de ser Bispo de Parma e missionário para o mundo todo. O Dom Ângelo não esconde no seu epistolário que olhava para Dom Guido como para um modelo de bispo a ser imitado.

Para dar uma idéia desta atitude, relato um trecho de uma das cartas enviada por Dom Ângelo a Dom Guido. A carta é datada em 7 de Outubro de 1924, diz exatamente: «Eu quis ler de novo o seu relatório no Congresso Eucarístico de Palermo... Agora o meu agradecimento ao senhor é mais vivo que antes por que as suas paginas deram muita satisfação ao meu espírito. Acrescento que guardarei aquele caro opúsculo sempre no meu escritório, para tê-lo o mais possível nas mãos como fonte de excelentes pensamentos. Os nossos encontros pessoais não são mais frequentes como antes, porém eu sempre me lembro do senhor e da sua lembrança tiro inspiração para trabalhar sempre mais, mesmo se na calma, porque eu não sou capaz de correr, mas sem nunca cansar-me, em função deste bendito ardor para a cooperação missionária... Lembre-se de mim nas suas orações a Deus e em nome Dele me abençoe. Assim, como sempre, eu sou devotissimo e estimadissimo do senhor. Dom Angelo José Roncalli[2][2]» .

Certamente o texto mais interessante deste relacionamento, é certamente o já lembrado discurso do Dom Ângelo, Cardeal-Patriarca de Veneza, no dia do vigésimo quinto aniversário da morte do Dom Guido.

Neste discurso Dom Ângelo reconhece em Dom Guido duas características que serão depois propostas pelo Concilio a todos os bispos e a toda a Igreja. De uma já falamos, vamos só rever o texto: «… bispo de Parma sim, pelos méritos do seu espírito inesgotável e da sua paternidade missionária, mas também bispo e pastor da Igreja universal. Por bem cinco vezes passou por todos os pontos da sua diocese (Dom Guido realizou visitas pastorais em todas as paróquias da sua diocese, por bem cinco vezes, coisa não fácil naquele tempo em que o meio principal de transporte era o cavalo). Por duas vezes todos os seus padres foram convocados para solenes sínodos diocesanos (coisa nada comum naquele tempo. Dom Guido celebrou dois sínodos diocesanos, e sabemos que o fez para revigorar o ardor missionário de seus padres). Promoveu com afinco indômito a formação catequética. (Já no começo de 1800, coisa incomum naquele tempo, promoveu semanas catequéticas de formação para todas as catequistas da sua diocese). Cuidou com fervor incansável, a devoção Eucarística e Mariana. Os exemplos de Dom Guido, para o clero e para o povo católico, marcam a todos especialmente em relação à doutrina sobre a ação e a animação missionária. Vem aqui, a propósito as palavras de São João Crisostomo para despertar a responsabilidade de todos nos em relação ao apostolado missionário:

“Bispo, padre ou simples fiel, não é simplesmente da vossa vida pessoal que você devem prestar conta a Deus, mas da salvação do universo inteiro. Eu não vos enviei, diz o Senhor Jesus, a dez ou vinte cidades, mas a todos os continentes, a todos os mares e ao mundo inteiro". Depois, em outro lugar, insiste de novo: "Vos não sois Mestres da Palestina, mas de todo o orbe terrestre" (S. João Crisostomo, Hom. XV in Evang. Matthei). Palavras estas graves e cheias de conselhos para o episcopado e o sacerdócio católico e chegam a incitar cada bom cristão[3][3]. A primeira característica foi de ter sido um bispo que, além de ser bispo de Parma, foi também, ao mesmo tempo, missionário de Cristo no mundo inteiro, fundando os Missionários Xaverianos que já no seu tempo atuavam na China, antiga meta missionária de São Francisco Xavier e hoje atuam em áreas missionárias de 19 países deferentes.

A segunda característica do Dom Guido que o cardeal Dom Ângelo Roncalli sublinha e que também será sublinhado com força pelo Vaticano II, é colocada pelo Dom Ângelo da seguinte forma: «Toda a sua vida foi um altar, um sacrifício erguido no meio do povo cristão para a edificação e o ensino de todo o povo de Deus. Deus o queira também de forma oficial e solene para interceder graças do Céu a Terra[4][4]». Neste ponto Dom Ângelo evidencia que toda a vida do Dom Guido foi um altar, foi Eucaristia ao longo de todos os dias em que viveu. Nisso Dom Guido antecipou também uma conclusão do Vaticano II que convida cada batizado a uma existência eucarística, ligando profundamente a Liturgia e a vida. O Vaticano II convida também toda a Igreja a tornar-se Igreja Eucarística, como evidenciará poucos anos após o termino do Vaticano II, o então teólogo Joseph Ratzinger e o teólogo Bruno Forte (1975). Os dois são autores de tratados teológicos sobre a Igreja Eucarística.

Atrás desta visão Eucarística do Cristão e da Igreja, se subentende também uma nova visão de Bispo[5][5], que é o exemplo para o cristão comum e ao mesmo tempo emblema da Igreja. A Igreja Eucarística, que celebra a Eucaristia com o bispo como presidente, e que age em "Persona Christi", é a Igreja sonhada pelo Vaticano II e também a figura do bispo é chamada a ser uma figura eucarística. É o próprio Papa João XXIII, que tanto influenciou o Vaticano II, que deixa a entender que o bispo Dom Guido Maria Conforti foi o bispo ideal para ele, que o inspirou, e que de fato antecipou com a sua vida as conclusões do Vaticano II e no campo da missionariedade, sendo bispo de Parma e missionário, mas, ao mesmo tempo, missionário para o mundo inteiro; seja no campo Eucarístico porque toda a sua vida foi um altar, um sacrifício elevado a Deus no meio de todo o povo, a edificação e o ensino de todos, unido assim Eucaristia e vida cotidiana.

Quase sessenta anos após a conclusão do Vaticano II, percebemos que o Concilio apresentou, por assim dizer, um novo modelo de Igreja, de Padre e de Eucaristia. Novo modelo que não elimina o modelo vigente na época do Vaticano II, mas que o completa e enriquece com a universalidade e a sacramentalidade já presentes na visão teológica dos Padres da Igreja e em todas as visões teológicas mais aprimoradas. Sempre a Igreja foi considerada sacramento universal de salvação, bem antes do Vaticano II, mas não era evidenciado suficientemente.
O Dom Guido que morreu trinta anos antes do início do Vaticano II, já tinha concretizado com a sua vida os sonhos dele. Isso seja no que concerne à Missão, seja no que concerne à Eucaristia e com a sua vida inspirou e influenciou de maneira decisiva Dom Ângelo Roncalli, que do Vaticano II foi certamente insigne protagonista e exerceu sobre este evento uma significativa influencia. O Pe. Lozano, professor titular emérito de Historia da Vida Religiosa na Pontifícia Universidade Claretiana de Roma, depois de ter estudado como obrigação de oficio (era perito dos Missionários Xaverianos na atualização das Constituições) a figura do Dom Guido, chegou a afirmar que: «Quando for conhecido, Dom Guido brilhará com luz própria, poderá ser até mais forte que São Francisco Xavier[6][6]». Dom Guido e o Papa João XXIII anteciparam com o próprio com exemplo de vida os caminhos que o Vaticano II indicaria a toda a Igreja, porque viveram juntos o binômio inseparável que é a Eucaristia e a Missão.

A Eucaristia é o mistério que explica a Missão, porque explica algo do mistério da Trindade, que enviando o Filho para salvar a humanidade, se torna a primeira comunidade missionária.

A Eucaristia é o amor trinitário feito pão, e o Documento de Aparecida acrescenta que: “A Trindade tem seu ponto alto na Eucaristia que é principio e projeto de Missão no cristianismo (DAp, 153). Além disso, evidencia que as comunidades e os grupos eclesiais darão fruto na medida em que a Eucaristia seja o centro de suas vidas” (DAp, 180) e a fonte e o alvo de toda atividade missionária” (DAp, 363).

O mistério da Eucaristia é o amor nupcial de Deus para com o ser humano e que nela se revela como amor salvífico universal. Nela Deus nos chama à sua mesa, a comunhão íntima com Ele e entre nós e, ao mesmo tempo, nos envia a levar a todos o convite a participar desta comunhão. A conclusão evidente é que primeiro vem, sim, a Eucaristia, mas não existe Eucaristia sem Missão (que é a concretização da vontade salvífica universal de Deus). Aquele que depois da Eucaristia não se sente enviado, é por que Nela não encontrou Jesus. Não somente isso, mas é verdade também o contrário, não existe Missão sem a Eucaristia, por que ela vem primeiro e é a fonte de tudo. A missão, quando é verdadeira, é Eucarística no seu método, nos seus conteúdos e na sua origem. Sem Eucaristia não existe a Missão verdadeira, aquela que o Cristo quer. O Missionário parte, não por causa do mal d’África, ou do mal da América etc., mas porque comeu o pão da Eucaristia. Como o amor ao próximo é a prova que o amor a Deus é sincero, assim o amor para a Missão é a prova que a Eucaristia foi entendida em profundidade. Se o povo de Deus hoje não é missionário, não é porque não entendeu a Palavra de Deus e a Missão de Jesus, mas porque não entendeu a Eucaristia.

A Eucaristia, como foi redescoberta no Vaticano II, nos dá pistas concretas sobre a comunidade que quer viver a Missão: nos diz que esta missão será primeiramente local e universal ao mesmo tempo, fruto de uma comunidade eclesial que será querigmática e nupcial contemporaneamente.

Não foi por caso que o papa aos bispos dos regionais norte e noroeste do Brasil, durante sua visita “ad limina apostolorum”,de 4 de outubro de 2010, dirigiu estas palavras: “A missão, portanto, nada mais é que a conseqüência natural da própria essência da Igreja, um serviço do ministério da união que Cristo quis operar no seu corpo crucificado.

Isso deve levar a refletir que o esmorecimento do espírito missionário talvez não se deva tanto a limitações e carências nas formas externas da ação missionária tradicional quanto ao esquecimento de que a missão deve alimentar-se de um núcleo mais profundo.

Esse núcleo é a Eucaristia. Esta, como presença do amor humano-divino de Jesus Cristo, supõe continuamente o passo de Jesus aos homens que serão seus membros, que serão eles mesmos Eucaristia. Em suma, para que a Missão seja realmente eficaz, esta deve partir da Eucaristia e conduzir para a Eucaristia”.

É também interessante ter presente como ensina a Igreja e também como dom Guido Maria Dom Guido que: “Sem a missão ad gentes, a própria dimensão missionária da Igreja fica privada do seu significado fundamental e do seu exemplo de atuação" (Redemptoris Missio, 34).

Bem sintetiza o Pe. Rino Benzoni, Superior Geral dos Missionários Xaverianos, quando escreve para o semanário da diocese de Parma “Vita Nuova”, falando da canonização de Dom Guido, fundador dos xaverianos e bispo da diocese de Parma: “Que lição Dom Guido oferece a toda Igreja? É extremamente difícil responder sinteticamente. De fato, se deveria analisar a sua santidade pessoal, o seu caráter marcado por um grande equilíbrio unido a uma grande coragem e constância, as suas escolhas seja como bispo ou como fundador e formador dos missionários.

Porém, gostaria de sublinhar um aspecto que constitui uma característica, quase exclusiva dele, no panorama eclesial, isto é, o fato de ser ao mesmo tempo totalmente bispo e totalmente missionário, onde os dois aspectos se iluminam e se completam mutuamente.

Dom Guido foi uma figura decisiva para o crescimento do espírito missionário da Igreja italiana, sobretudo fundando, juntamente com Pe. Paulo Manna, a União Missionária do Clero e se tornando seu incansável presidente por dez anos. Ensinou à Igreja o que seria codificado com o Vaticano II, ou seja, “que os bispos são consagrados não apenas para uma diocese, mas para a salvação de todo mundo (AG 38). Isso vale também para os sacerdotes e para todos os cristãos e é importante recordar-nos disso em um momento como este em que somos todos tentados a debruçarmos sobre os problemas internos em nossas Igrejas. Evidentemente para realizar isso é preciso que estejamos mais preocupados com o Evangelho do que conosco mesmos. A assim denominada “Nova Evangelização” e a “missão Ad Gentes” são, de fato, as duas pernas sobre as quais caminha a única missão da Igreja. Dom Guido soube viver ambas com totalidade e harmonia em tempos não menos difíceis do que os nossos”.

Não acho supérfluo lembrar que ainda hoje muitos cristão podem ser tentados a caminharem com uma perna só.
 
[1][1] Card Angelo RONCALLI ,Il seervo di Dio Guido Maria Dom Guido,discorso tenuto nel tearo regio di Parma, il 17 febbraio 1957, no trigesimo anno de falecimento de Dom Guido M. Dom Guido. In A Luca, Guido Maria Conforti. Testimonianze sulla vita e le Opere del Fondatore dei Missionari Saveriani, in alcuni discorsi commemorativi. EMI, Bologna, 1981. PP. 32-33.
[2][2] Guido Maria CONFORTI, Unione Missionaria del clero, lettere e discorsi dalla fondazione ( 1916) al termine del suo mandato di presidente(1927). Introduzioni e note, a cura di P. Franco Teodori. Procura Generale Saveriana, Roma, 1978. Pag 448.
[3][3] Card Angelo RONCALLI ,Il servo di Dio Guido Maria Conforti,discorso tenuto nel teatro reggio di Parma, il 17 febbraio 1957. In A Luca, Guido Maria Conforti. Testimonianze sulla vita e le Opere del Fondatore dei Missionari Saveriani, in alcuni discorsi commemorativi. EMI, Bologna, 1981. PP. 31-50.
[4][4] Ibidem, p. 32-33
[5][5] Visão não muito nova, mas bastante clara aos Padres da Igreja como nos mostra a sitação que o Cardeal Angelo Roncalli faz de São João Crisostomo.
[6][6] Afirmação feita pelo prof. Pe Lozano em Agosto de 1992, em conferência proferida aos Missionários Xaverianos durante uma semana de estudos em Cachoeira do Campo, MG, Brasil, para comemorar os 100 anos de vida dos Missionários Xaverianos.

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