30 de set de 2017

São Jerônimo, presbítero e doutor da Igreja

"Ama a Sagrada Escritura e a sabedoria amar-te-á; ama-a ternamente e ela guardar-te-á; honra-a e receberás as suas carícias". Assim costumava a dizer São Jerônimo, tradutor da Bíblia ao latim, cuja festa se celebra neste dia 30 de setembro. Ao recordar este santo, a Igreja celebra também o dia da Bíblia.

O nome Jerônimo significa "que tem um nome sagrado". Este santo consagrou toda sua vida ao estudo das Sagradas Escrituras e é considerado um dos melhores, se não o melhor, neste ofício.

10 de set de 2017

Francisco é “Guardião milenar da terra” nomeado por indígenas

Quase 500 membros da Guarda Indígena da Colômbia e mil representantes de mais de cem povos ancestrais do país receberam o Papa Francisco com um “caminho de honra” na esplanada de Catama, em Villavicencio, nesta sexta-feira, 8 de setembro. O Pontífice presidiu a missa campal no local. O coordenador nacional da Guarda, Luis Alfredo Acosta, descreveu essa recepção como “um caminho de resistência, de harmonia, de encontro entre espiritualidades: a espiritualidade cristã e os povos indígenas”.

Essa organização indígena é composta exclusivamente por membros de povos autóctones que exercem a sua autoridade em seus territórios, muitos deles, duramente afetados pelo conflito. Não usam armas, mas “bastões de poder”, decorados com ornamentos da sua cultura tradicional e, com eles, fazem valer a sua palavra.

Com esses bastões, muito venerados e que ninguém toca, exceto os mesmos guardas, eles criaram uma espécie de caminho de honra para a passagem do Papa Francisco, antes da missa campal. Uma maneira de compartilhar com a Igreja católica um ato ecumênico tão importante para esses povos.

Segundo a agência de notícias EFE, a Guarda Indígena nomeou Francisco como “guardião milenar da terra”, durante aquele que foi considerado um “encontro para a vida, para a resistência”, disse Acosta. Ao dar esse título, acrescentou ele, também foi entregue um dos bastões ao Pontífice.

O líder indígena assegurou que a ocasião também serviu para “perdoar” por todos os danos que considera que a Igreja teria causado, em mais um ato de reconciliação registrado durante a viagem do Papa Francisco à Colômbia: “para os povos indígenas, perdoar é ter harmonia, é a água que corre, é voltar ao ventre da nossa mãe, não portar armas e, por isso, entregar o bastão da paz”, finalizou o coordenador da Guarda Indígena da Colômbia. (AC/EFE)

Fonte: Site CNBB via Radio Caticano